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O senador também afirmou que espera decisão rápida do STJ sobre ação penal contra o governador do Amapá

O senador João Capiberibe destacou nesta terça-feira (20) em Plenário que assinou requerimento revogando o pedido de urgência para o Projeto 396, de 2017, que altera a Lei da Ficha Limpa. “Completei, como Líder do bloco, as assinaturas necessárias para dar entrada na Mesa, e esperamos que esta Casa adie essa votação”, explicou Capi.

O socialista também assinou outro requerimento, que está em tramitação, para que os senadores possam devolver esse Projeto para uma discussão mais profunda nas Comissões. “Ao contrário, o momento é grave, e a gente precisa fazer com que as leis se tornem cada vez mais rígidas no combate à corrupção e ao desmando. A Justiça também tem de ser cada vez mais ativa para que os processos eleitorais sejam cada vez mais imparciais”, ressaltou na Tribuna do Senado.

Decisão Judicial – Capiberibe enfatizou, ainda, em seu discurso que espera que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) finalize, no dia 5 de dezembro, o julgamento de ação penal contra o atual governador do Amapá, Waldez Góes, reeleito no segundo turno, em 27 de outubro. Ele é acusado de não repassar para os bancos o dinheiro de empréstimo consignado descontado do contracheque de servidores públicos.

Só no atual mandato, segundo explicou Capi, foram R$ 313 milhões desviados, e em um mandato anterior, R$ 74 milhões. “É fundamental que o STJ decida, porque se declara ele [Goés] inocente, ele tem tranquilidade para governar, mesmo diante das atribulações que ele mesmo construiu. Se o declara culpado, dá uma chance ao povo do Amapá de eleger um outro candidato”, declarou Capiberibe.

Justiça Eleitoral - O senador também lamentou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá que considerou nulos os votos em seu favor, no primeiro turno das eleições. “A medida beneficiou o atual governador, pois muitos eleitores, ao tomarem ciência da decisão, mudaram a opção de voto. Mesmo tendo sido a decisão revogada posteriormente, perdemos 10 dias da campanha do segundo turno”, finalizou.

Texto: Agência Senado e Assessoria de Comunicação senador Capiberibe

 

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Por meio de ofício, o senador João Capiberibe (PSB) comunicou ao secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Marco Antonio Zago, que destinou ao Fundo Estadual de Saúde R$ 1 milhão para custeio na área de saúde em Macapá, em complemento ao projeto que já existe no Hospital de Amor Barretos, cuja unidade está sendo construída na rodovia Norte/Sul. O recurso é resultado de uma ação conjunta de três senadores e seis deputados federais, de uma bancada de onze, que destinaram R$ 1,9 milhão cada um, além da carreta laboratório.

Este ano, em visita à obra, o senador destacou que o hospital deverá tratar de forma preventiva 90% dos casos de câncer no Amapá. “O objetivo principal é detectar de forma precoce essa doença que mata centenas de pessoas no nosso estado. Quando as carretas estiverem percorrendo os dezesseis municípios, nós vamos evitar essas tragédias, bem como o transtorno de ter que ir até São Paulo em busca de tratamento”, frisou.

O objetivo da unidade é a realização dos exames de mamografia digital, papanicolaou, além de todos os exames de elucidação diagnostica necessários e de tratamento cirúrgico do câncer de mama e pele, além de estimular a educação em saúde especialmente no que diz respeito ao câncer.

Estrutura – A unidade de Macapá do Hospital de Barretos terá uma área construída de 2 mil e 800 metros quadrados, num terreno de 33 mil m², além da previsão de duas unidades móveis em carretas para atender todos os municípios do Amapá.

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O senador João Capiberibe (PSB) informou ao governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), que por meio de emenda parlamentar destinou R$ 2 milhões ao Fundo Estadual de Saúde, cujo recurso pode ser usado para compra de equipamentos e que o governo precisa ficar atento porque o sistema do Ministério da Saúde pode abrir a qualquer momento para que os técnicos insiram os dados.

O senador Capi e deputada Janete, ambos do PSB, já destinaram nos últimos anos mais de R$ 35 milhões em emendas tanto para o governo do Estado quanto para as prefeituras dos 16 municípios.

No entanto, o senador socialista volta a cobrar que o governo faça uso adequado desses recursos e lamenta que três aparelhos de videolaparoscopia, comprados em agosto de 2017, com recurso de sua emenda, estejam parados, por falta de insumos. Com uso desses aparelho, o cirurgião faz uma pequena intervenção no paciente onde insere uma microcâmera de vídeo geralmente através de uma pequena incisão na região abdominal do paciente para sua realização.

Pelo método tradicional, o paciente fica internado por até duas semanas, quando faz procedimentos cirúrgicos como retirada da vesícula, baço ou apêndice, hernias do abdômen, entre outros. Com a videolaparoscopia, em 48 horas o paciente é liberado, evitando risco de infecção hospitalar, já que não há a necessidade de grandes incisões, garantindo um tempo menor para a recuperação, menos incômodos e reduzindo os custos com sua internação.

"A sociedade precisa se mobilizar e cobrar para que esses e outros equipamentos sejam instalados e usados. Ganha o cidadão, com um procedimento rápido, ganha o Estado, que oferece um serviço de qualidade a população", comentou o senador.

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