Com o objetivo de aprender a metodologia do Projeto Gestão Compartilhada, de autoria do senador Capiberibe (PSB), vereador Japão (PDT) e sua equipe participaram de um mini treinamento prático, nesta quinta-feira, 24, com a equipe do parlamentar socialista, em Macapá.

De acordo com o senador, o tempo de políticos usarem o dinheiro público como bem entenderem acabou. “Temos que mobilizar toda a sociedade para abraçar o projeto, o tempo de político gastar dinheiro público, sem que o povo saiba, acabou”, afirma João Capiberibe.

O vereador Japão agradeceu a oportunidade do diálogo com o senador e reconheceu que, devido à trajetória política de Capi, o Gestão Compartilhada lhe passa confiança para que tente aplicar o modelo em Macapá.

Gestão Compartilhada

O Projeto de Lei do Senado (PLS) n° 325/217, popularmente conhecido como Projeto Gestão Compartilhada, propõe o acompanhamento orçamentário, financeiro e físico da execução de obras, prestação de serviços públicos, aquisições de materiais e equipamentos por grupos de cidadãos organizados em redes sociais, como o WhatsApp. O PLS n° 325/2017 foi aprovado no Senado e agora aguarda a aprovação na Câmara Federal. 

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O senador João Capiberibe (PSB/AP) manifestou no plenário do Senado a sua preocupação com a situação que o País está vivendo. “Estamos caminhando para uma paralisação total. As informações que nos chegam é que é bem possível que nós, parlamentares, tenhamos que ficar em Brasília, neste final de semana, por falta de combustível para os aviões”.

E acrescentou: “Mas isso ainda é o menos grave. O mais grave é que as centrais de abastecimento de alimentos nos Estados estão com dificuldades de receber os alimentos e isso vai provocar realmente uma situação de calamidade em todo País se não houver uma solução de curto prazo para a greve dos caminhoneiros. Essa greve foi anunciada há dois meses, e o Governo permaneceu de braços cruzados, não apenas o Governo, mas o Congresso, que não esboçou nenhum movimento no sentido de debater esse problema”.

Capiberibe ainda falou em tom preocupante que estão prevendo o primeiro debate sobre o assunto apenas para o dia 29 de maio. “Até esta data vai faltar alimentos na mesa do povo brasileiro, porque não tem como transportar esses alimentos. Isso é uma questão concreta que nós estamos vivendo, e diante disso temos um governo inoperante, sem autoridade nenhuma”.

E fez um apelo aos senadores: “Temos que tomar as rédeas neste momento. É preciso que o governo se mexa, ele está deixando o povo abandonado. A situação é de extrema gravidade. Acho que é hora de todos nós prestarmos solidariedade com milhões de brasileiros que estão passando fome e com outros que estão correndo o risco de não ter alimentos em suas mesas em função dessa greve que não permite o transporte dos alimentos básicos”.

O senador socialista terminou seu discurso na tribuna falando sobre democracia. “Quando se atinge a democracia as consequências são funestas. Nós estamos vivendo a consequência da insensatez deste Congresso Nacional nos últimos anos”.

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Nesta quarta-feira (23), o senador João Capiberibe recebeu em seu gabinete o representante da Frente Polisário para o Brasil, Emboirik Ahmed, para discutir a atual situação da República Árabe Saharauí Democrática (Saara Ocidental).

Desde 1885, o povo saharaui luta contra invasores estrangeiros e pela sua autodeterminação. Ahmed expôs a situação política da República Saharauí e enfatizou a recorrente violação dos direitos humanos e apropriação de riquezas naturais no território.

“Acompanho e apoio a luta do povo saharaui desde os anos de 1976, porque entendo que toda causa em defesa da autodeterminação dos povos, da democracia e da liberdade é também uma causa da sociedade brasileira. É inadmissível que, em pleno século XXI, o mundo permita o assassinato e tortura de um grande número de cidadãos civis em decorrência de uma disputa pela independência de um povo”, afirmou Capiberibe.

O senador João Capiberibe é autor do Indicativo nº 3/2015, no qual, nos termos do Art. 224 do Regimento Interno do Senado Federal, sugere ao governo brasileiro a adoção de medidas relativas ao reconhecimento da República Saharauí como Estado detentor de Direito legítimo à soberania e à autodeterminação.

O indicativo já foi aprovado na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) do Senado Federal e encaminhado ao Itamaraty, onde o senador Capiberibe irá reforçar o pedido por informações sobre os motivos pelos quais o governo brasileiro não reconhece a República Árabe Saharauí Democrática.

Histórico – O Saara Ocidental, localizado na África Setentrional, encontra-se na lista das Nações Unidas de territórios não autônomos desde a década de 1960. O controle do território é disputado pelo Reino de Marrocos e pelo movimento independente Frente Polisário. Sua população é de aproximadamente 500 mil habitantes, dos quais metade é composta por colonos marroquinos e a outra parte pelo povo saharauí, população local que reivindica sua independência.

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